Das Planilhas aos Robôs
De três em três dias, os bastidores reais de construir o Portal DMR — os erros, as viradas e o que aprendi transformando planilhas em robôs. Puxa uma cadeira.
Últimos capítulos
Se você já acompanha o diário, comece por aqui.
Todos os capítulos, do começo
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Três de uma vez
Esses cinco dias foram sobre acelerar — e sobre descobrir que velocidade cobra um preço em parcelas.
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Quando o sistema começou a falar
Esses cinco dias foram sobre descobrir o que fazer com ele — e sobre uma verdade que ninguém avisa: dar voz a um sistema é fácil.
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O fim do jeitinho
Nos cinco dias deste capítulo eu descobri isso do jeito mais direto: vendo alguém tentar usar uma coisa que eu tinha feito e que, para mim, funcionava perfeitamente.
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A nota do cliente e a cara do sistema
Nestes cinco dias ele passou a medir uma coisa que eu não controlo — o que o cliente achou.
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O primeiro robô com nome
O dia em que um programa virou alguém: os gerentes batizaram o robô de X9, o dedo-duro. E o módulo que entende ordens escritas em português.
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Um nome, e um corpo para cada robô
Nestes cinco dias a vigia de pedidos atrasados ganhou o dela — Sofia — e eu descobri que robô com nome precisa de corpo: um navegador só dele.
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O dia em que o robô falou com o cliente
A vigia de pedidos saiu do ensaio e passou a mandar mensagem direto para quem comprou — e, na mesma semana, o robô que avisa sumiu no meio do turno.
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Um robô para cuidar do robô
Os robôs ganharam conta própria na máquina, o mensageiro ganhou uma fila, e nasceu uma babá: um robô cujo único trabalho é perceber que outro parou.
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O dia em que o WhatsApp mudou de cara
O WhatsApp trocou a interface de um dia para o outro e derrubou tudo que mandava mensagem — o preço de construir dentro da casa dos outros.
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Aguardando mensagem
O robô passou a falar com o WhatsApp por dentro — e três avisos que o sistema deu como entregues nunca tinham chegado do outro lado.
