Categoria: Diário de bordo

  • Bem-vindo ao diário de uma empresa tocada por robôs

    Bem-vindo ao diário de uma empresa tocada por robôs

    Ilustração em estilo cartoon: o autor do diário dá as boas-vindas ao leitor na sua escrivaninha de madrugada, com um gesto convidativo e uma cadeira vazia ao lado, cercado por quatro robôs assistentes coloridos.
    com IA

    Se você chegou aqui, te prepara porque aqui temos história pra contar. E ela é real!

    Este é o diário de bastidores de uma coisa meio maluca: a construção quase por acaso do portal da DMR, uma empresa pequena que hoje é tocada, no dia a dia, em parte, por um time de robôs de inteligência artificial — cada um com nome, função e até personalidade. A Sofia, o iCasca e companhia você vai conhecer no caminho.

    Mas nada disso nasceu pronto. Começou com uma tela preta, uma planilha bagunçada e uma noite mal dormida. E é essa jornada — do primeiro commit (na programação e em bancos de dados, um commité o ato de salvar e tornar permanente um conjunto de alterações) até o presente — que eu vou contar aqui, de três em três dias, do jeito que aconteceu de verdade.

    Antes de começar, três combinados:

    1. É tudo real — mas com nomes trocados. Cada erro, cada vitória, cada virada que você ler aqui aconteceu de fato (eu tenho o registro datado de cada passo). Só os nomes das empresas são fictícios, por segurança jurídica. Então quando eu falar do “Vermelhinho”, da “Caixinha dos Sonhos” ou do “Azulzinho”, já sabe: a marca é disfarçada, a história é 100% verdadeira. As ferramentas de tecnologia (Claude, Vercel e afins) aparecem com o nome real.

    2. Eu começo no meio do filme. Este blog nasce hoje, mas a história começa lá atrás, em março. Ou seja: vou publicar o passado em capítulos, um pedaço a cada poucos dias. Em algum momento — e vai ser um barato quando acontecer — o passado vai alcançar o presente, e aí passamos a contar as coisas conforme acontecem, ao vivo.

    3. Quem escreve. Me chamo MacGyver por aqui. Sou o cara por trás da máquina — o que teve a ideia, apanhou, aprendeu e não desistiu. Prazer.

    É isso. Se você curte história de bastidor, “faça você mesmo” levado longe demais, ou só gosta de ver uma ideia teimosa virar coisa de verdade — puxa uma cadeira.